Trabalho: 5 dicas para conquistar carreira de sucesso
22 de Janeiro de 2018
Legalização dos Jogos de Azar não trará benefícios ao país
26 de Janeiro de 2018

Política e a Igreja

 

A situação atual da nação está levando a sociedade brasileira a um consenso: a insatisfação. Insatisfeitos estão os trabalhadores, os industriais, as donas de casa, o povo em geral. Nossos aposentados, professores, alunos e viúvas nunca foram tão desrespeitados como nos últimos 13 anos.

Tenho recebido muitos questionamentos sobre a participação e envolvimento da igreja cristã nos assuntos relacionados à política. Muitos acreditam que não se deve misturar religião e política e que a única coisa que o cristão deve fazer é orar em favor dos governantes. Em primeiro lugar é importante destacar que a Igreja é uma instituição formada por pessoas, por cidadãos brasileiros, que pagam impostos altíssimos, vão aos hospitais, bancos, escolas e faculdade. Ou seja, a Igreja se constitui de pessoas que dependem de governos para sua sobrevivência terrena. Assim como todos os brasileiros, cristãos também votam e podem ser votados.

Outro ponto que também merece atenção é que nossa política é separada por partidos, cada partido tem a sua ideologia e defende partes da sociedade. Qualquer cidadão ao escolher alguém para o representar, pensa em um candidato que vá lutar por seus interesses dentro de um determinado segmento, por exemplo: há representantes dos militares, dos rodoviários, da família, dos direitos humanos e outros.

Com a Igreja cristã não é diferente, somos um número bem expressivo no Brasil, e como eleitores que cumprem com as obrigações civis e morais, temos o direito, o dever e a obrigação de participar do processo político do nosso país. As instituições governamentais existem para aplicação das leis que regem os indivíduos dentro de uma nação. Elas são identificadas como agentes de representação da ordem política. Porém, a ordem política existente é relativa, provisória, mutável e mutante.

Portanto, a Igreja cristã não deve omitir-se desse momento político, mas deve fazer-se valer pelo seu papel moral no seio da sociedade brasileira. A Igreja deve preservar seus valores de representação como instituição moral e ética, cobrando do Estado quando esses valores forem ameaçados. Fomos chamados por Deus para fazer a diferença no mundo, e não vamos nos eximir a isso no que se refere às necessidades da nossa nação, esse é a responsabilidade de todo cristão.

Lembre-se, foi por influência da igreja que a bancada Cristã se formou, e foi por meio dela que derrubamos a ideologia de gênero em todas as votações no Congresso Nacional, nos municípios, na Base Nacional Comum Curricular e de tantos outros lugares. Aprovamos o Estatuto da Família, que garante os direitos da família tradicional, o Estatuto do Nascituro, defendendo que a vida no ventre materno começa na concepção, e vimos um sonho se tornar realidade com a sanção da nova Lei da Adoção, ela beneficiará milhares de crianças que esperam ansiosas por um lar e tornará possível o sonho de casais que não podem gerar filhos, mas que sonham em adotar.

Obrigado aos 104.697 eleitores que confiaram seu voto a mim e que no decorrer desses anos contribuíram com todas as conquistas da família brasileira.

 

Compartilhe

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *